A Polícia Civil do Distrito Federal está de luto pela morte da delegada Natalia Macedo Ribeiro de Oliveira Mujali, de 41 anos. A policial faleceu na sexta-feira, 10 de julho de 2026, após enfrentar um câncer.
A notícia provocou forte comoção entre familiares, amigos e integrantes das forças de segurança. Reconhecida pela dedicação ao serviço público, Natalia construiu uma trajetória marcada pela seriedade, pela competência e pelo respeito com que tratava colegas e cidadãos.
A PCDF divulgou uma nota de pesar e manifestou solidariedade a todos que conviviam com a delegada.
Delegada enfrentava um câncer
Natalia lutava contra a doença, mas não resistiu. Informações publicadas pela imprensa indicam que a delegada enfrentava um câncer de mama.
A morte precoce causou grande tristeza entre aqueles que acompanharam sua carreira e sua batalha pela saúde.
Colegas usaram as redes sociais para prestar homenagens e lembrar a força demonstrada por Natalia durante o tratamento. Ela foi descrita como uma mulher guerreira, dedicada e sempre disposta a ajudar as pessoas ao seu redor.
Natalia Mujali ingressou na PCDF em 2018
Natural de Campina Verde, em Minas Gerais, Natalia era formada em Direito e iniciou sua carreira na Polícia Civil do Distrito Federal após ser aprovada em concurso público.
Ela tomou posse como delegada em 2018 e passou por diferentes unidades da corporação.
Ao longo dos anos, trabalhou na 16ª Delegacia de Polícia, em Planaltina, na 8ª DP, localizada na Estrutural, e também na 24ª Delegacia de Polícia, em Ceilândia.
Trajetória foi marcada por importantes investigações
Durante sua atuação na Polícia Civil, Natalia presidiu diversos inquéritos e participou de investigações consideradas relevantes para a segurança pública do Distrito Federal.
Apesar de manter um perfil discreto, conquistou o respeito de investigadores, agentes, escrivães e outros delegados.
Colegas destacaram sua capacidade técnica, sua serenidade na tomada de decisões e a maneira equilibrada com que conduzia situações complexas.
A delegada também era conhecida pela cordialidade e pelo tratamento respeitoso dispensado às vítimas, aos investigados e aos demais servidores.
Colegas prestam homenagens emocionadas
A confirmação da morte gerou inúmeras manifestações de pesar.
Nas homenagens, Natalia foi lembrada não apenas por seu trabalho, mas também pela humildade, generosidade e espírito de equipe.
Pessoas que conviveram com a delegada ressaltaram que ela costumava orientar e auxiliar os colegas sempre que era necessário.
Para muitos policiais, sua trajetória tornou-se um exemplo de compromisso com a Justiça e de dedicação à missão da Polícia Civil.
Delegada deixa marido, familiares e amigos
Natalia era casada com um agente que também integra a Polícia Civil do Distrito Federal.
Além do marido, ela deixa familiares, amigos e numerosos colegas de trabalho que lamentaram profundamente sua morte.
O sepultamento foi marcado para o sábado, 11 de julho, em sua cidade natal, Campina Verde, onde ocorreram as últimas homenagens.
Legado será lembrado pela Polícia Civil
Mesmo com uma carreira interrompida precocemente, Natalia deixou uma importante marca na corporação.
Sua passagem pelas delegacias em que trabalhou foi lembrada pelo profissionalismo, pela ética e pelo comprometimento com a população.
A PCDF destacou que o legado da delegada continuará sendo uma referência para seus colegas e para as futuras gerações de policiais civis.
A morte de Natalia Mujali representa uma grande perda para a instituição e para todos que tiveram a oportunidade de conviver com ela.