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    Estava viva: Enfermeira revela últimas palavras a Maria Eduarda após queda

    pbelezaBy pbelezaNenhum comentário3 Mins Read

    Título: Enfermeira revela últimas palavras a Maria Eduarda após queda fatal em salto de rope jump

    Subtítulo: A jovem de 21 anos ainda apresentava sinais vitais quando foi encontrada após cair da Ponte do Esqueleto, no interior de São Paulo.

    A tragédia envolvendo Maria Eduarda Rodrigues de Freitas, de 21 anos, ganhou novos detalhes emocionantes após o relato da enfermeira que tentou socorrer a jovem logo depois da queda. O acidente aconteceu durante uma prática de rope jump, na chamada Ponte do Esqueleto, entre Limeira e Cordeirópolis, no interior de São Paulo.

    Segundo as investigações, Maria Eduarda teria sido lançada da ponte sem que a corda de segurança estivesse presa ao corpo. A queda foi de aproximadamente 40 metros.

    Enfermeira desceu ribanceira para socorrer a jovem

    A profissional de saúde contou que precisou enfrentar um local de difícil acesso para chegar até Maria Eduarda. Ela relatou que desceu uma ribanceira, ficou com as mãos machucadas e coberta de barro durante a tentativa de prestar socorro.

    Ao se aproximar da vítima, a enfermeira percebeu que a situação era extremamente grave, mas identificou que Maria Eduarda ainda apresentava sinais vitais.

    De acordo com o relato, a jovem estava com respiração ofegante, pulsação fraca e pupilas dilatadas. Mesmo diante do cenário delicado, a enfermeira tentou manter contato com ela até a chegada das equipes de resgate. (Bacci Notícias)

    “Duda, ninguém morre no meu plantão”

    Em entrevista à Record, a enfermeira revelou que conversou com Maria Eduarda durante os primeiros atendimentos. Em um momento de grande emoção, ela disse à jovem uma frase que costuma usar em situações difíceis: “Duda, ninguém morre no meu plantão”.

    A fala comoveu muitas pessoas, pois demonstrou o esforço da profissional em tentar transmitir força e esperança à vítima, mesmo fora do ambiente hospitalar. Infelizmente, Maria Eduarda não resistiu aos ferimentos e morreu ainda no local.

    Três homens foram presos

    A Polícia Civil prendeu três homens envolvidos na operação do salto. Eles tiveram a prisão em flagrante convertida em preventiva. O caso é investigado como homicídio com dolo eventual, quando se considera que os envolvidos assumiram o risco de provocar o resultado.

    Segundo a apuração, a modalidade praticada era conhecida como “aviãozinho”, em que o participante é segurado na horizontal antes de ser lançado. Vídeos gravados no local mostram pessoas alertando para a ausência da corda segundos antes da queda.

    Investigação continua

    Os investigadores analisam imagens feitas no local e também buscam uma câmera que estaria presa ao corpo de Maria Eduarda no momento do acidente. A expectativa é que esse equipamento ajude a esclarecer o que aconteceu nos instantes anteriores ao salto.

    A tragédia gerou comoção e revolta, principalmente pela suspeita de que uma falha básica de segurança tenha causado a morte da jovem.

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