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    Instrutores dizem que tiveram “apagão” antes de jovem morrer em salto de rope jump

    pbelezaBy pbelezaNenhum comentário2 Mins Read

    Maria Eduarda Rodrigues de Freitas, de 21 anos, morreu após cair de uma ponte no interior de São Paulo; caso é investigado pela polícia.

    A morte de Maria Eduarda Rodrigues de Freitas, de apenas 21 anos, durante um salto de rope jump, segue causando grande repercussão. O caso aconteceu na chamada Ponte do Esqueleto, localizada entre Limeira e Cordeirópolis, no interior de São Paulo.

    Segundo informações divulgadas após depoimentos à polícia, dois instrutores envolvidos na atividade afirmaram que tiveram uma espécie de “apagão” durante a preparação do salto. Eles disseram não saber explicar em que momento a falha aconteceu.

    Jovem teria saltado sem as cordas presas

    A principal linha de investigação aponta que Maria Eduarda foi lançada sem que as cordas de segurança estivessem devidamente presas ao corpo. A modalidade praticada era conhecida como “aviãozinho”, quando a pessoa é segurada por instrutores antes de ser arremessada.

    A queda teria sido de aproximadamente 40 metros. Pessoas que acompanhavam a atividade registraram o momento, o que ajudou a polícia a analisar as circunstâncias da tragédia.

    Delegada cobra responsabilidade dos envolvidos

    De acordo com a delegada responsável pelo caso, os procedimentos de segurança deveriam ter sido conferidos várias vezes antes do salto, justamente por se tratar de uma prática de alto risco.

    Três instrutores chegaram a ser presos em flagrante por homicídio com dolo eventual. Um deles tentou alegar que apenas participou do lançamento e não seria responsável pela checagem das cordas. A delegada, no entanto, destacou que o equipamento era visível e que a conferência deveria ser obrigatória. (1News Brasil)

    Defesa diz que instrutores tinham experiência

    A defesa dos envolvidos afirmou que os instrutores tinham experiência com a prática e que essa teria sido a primeira fatalidade registrada após anos de atuação. Mesmo assim, a polícia continua apurando se houve negligência, imprudência ou falha grave nos protocolos de segurança.

    O caso permanece sob investigação e ainda deve ter novos desdobramentos nos próximos dias.

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