Tragédia: morre repórter da Band após grave acidente; família decide doar órgãos
O jornalismo brasileiro amanheceu de luto com a morte da repórter Alice Ribeiro, da Band Minas, após dias internada em estado grave devido a um acidente trágico. A notícia abalou colegas de profissão e telespectadores que acompanhavam seu trabalho.
A jornalista, de apenas 35 anos, sofreu um grave acidente na BR-381, em Minas Gerais, quando o carro da equipe de reportagem colidiu de frente com um caminhão. Ela foi socorrida e levada ao hospital em estado crítico, onde permaneceu internada sob cuidados intensivos.

Apesar dos esforços da equipe médica, foi confirmada a morte encefálica — condição irreversível que indica a perda total das funções cerebrais.
Diante de um momento tão doloroso, a família tomou uma decisão de grande generosidade: autorizou a doação dos órgãos da jornalista, gesto que pode salvar outras vidas e transformar a dor em esperança.
No mesmo acidente, o cinegrafista Rodrigo Lapa, que dirigia o veículo, não resistiu aos ferimentos e morreu ainda no local.
Alice Ribeiro era considerada uma profissional dedicada e muito querida pelos colegas. Ela deixa o marido, um filho ainda bebê, além dos pais e um irmão. Sua trajetória no jornalismo incluía passagens por diferentes emissoras, sempre marcada pelo compromisso com a informação.
A Band lamentou profundamente a perda e informou que está prestando todo o apoio necessário à família neste momento de dor.
A morte precoce da repórter reacende o debate sobre os riscos enfrentados por profissionais da imprensa no exercício da profissão, muitas vezes expostos a situações perigosas em busca da informação.
Mesmo diante da tragédia, o gesto da família ao optar pela doação de órgãos deixa uma mensagem poderosa: em meio à dor, ainda é possível gerar vida e esperança para outras pessoas.